Apresentação

A origem do atual Departamento de Letras Orientais (DLO) remonta aos anos 1940 quando foram criados alguns cursos livres de ensino das línguas Árabe, Hebraico e Russo. Duas décadas mais tarde, foi criada pelo Prof. Eurípedes Simões de Paula, diretor da Faculdade de Filosofia, Letras, e Ciências Humanas (1968-1972 e 1974-1978), a Seção de Estudos Orientais, ligada ao Departamento de História. Assim, pelo Decreto Governamental nº 40.784 de 18/9/1962, dá-se início à criação dos cursos de Bacharelado em Árabe, Armênio, Hebraico, Japonês e Russo. Em 1968 agregaram-se a esta Seção o Chinês e o Sânscrito.

A partir da reforma universitária de 1970, a antiga Seção de Estudos Orientais passou para o âmbito do Curso de Letras, com a criação do Departamento de Linguística e Línguas Orientais, do qual faziam parte as áreas de Teoria Literária e Literatura Comparada, Tupi e Toponímia. Nos anos subsequentes foram criados os Departamentos de Linguística (1986) e o Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada (1990), enquanto que as áreas de Tupi, Toponímia e Sânscrito foram realocadas para o Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Assim, desde 1999 o Departamento passou a ser denominado Departamento de Letras Orientais.

Atualmente o Departamento é formado pelas seguintes habilitações:

1. Língua e Literatura Árabe
2. Língua e Literatura Armênia
3. Língua e Literatura Chinesa
4. Língua e Literatura Coreana
5. Língua e Literatura Hebraica
6. Língua e Literatura Japonesa
7. Língua e Literatura Russa

O Departamento de Letras Orientais busca continuamente manter a qualidade e a excelência acadêmica para consolidar sua função de principal referência do país na área de Estudos Orientais e colaborar no processo de nucleação de cursos em outras universidades do País. O Departamento está atento às transformações da sociedade e suas consequências sobre a formação dos profissionais na área de Letras, além de valorizar atitudes e práticas que têm se mostrado eficazes, tendo como premissa respeitar as especificidades das diferentes áreas do conhecimento e estimular novos talentos, lideranças profissionais e intelectuais, o espírito crítico e a cidadania.

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